Cavaleiros do Zodíaco – Batalha do Santuário (Play 3)

aqui no blog ano passado (exatamente um ano) eu comemorei muito a previsão de lançamento do jogo de cavaleiros do zodíaco para play 3. Na época nem play 3 eu tinha, mas virou quase que prioridade comprar um.
Quando eu finalmente fiquei sabendo que o jogo estava vindo para São Paulo, comprei o jogo na pré venda e esperei mais de um mês para ele chegar. Esse um mês demorou muito mais pra passar do que qualquer semestre inteiro!!
O vendedor da loja me ligou para avisar que o jogo já tinha chegado (2 dias antes do previsto!!), assim que saí do trabalho fui correndo no shopping buscar meu jogo, my precious.
Como foi o meu irmão que me levou para o shopping, prometi que deixaria ele jogar 10 minutinhos do meu jogo. Sentamos eu e ele na frente da tv e vimos a apresentação do jogo inteirinha, cada vez mais afobados e loucos para jogar.
Jogamos, passamos de casas, jogamos e jogamos e jogamos, e finalmente vim aqui contar pra vocês as minhas percepções do jogo.
Quem assistia Cavaleiros do Zodíaco na Manchete sabe um pouco dessa emoção de pode jogar esse jogo.
Os gráficos são incríveis! Cada cavaleiro tem os golpes direitinho, tem várias combinações de movimentos com golpes diferentes, e você até pode elevar o cosmo para atingir o sétimo sentido!
O jogo segue religiosamente a história da batalha do santuário. As casas estão na ordem certa (bom, isso seria o mínimo a se esperar, né?), mas o mais legal é que o processo do jogo é a mesma coisa que aconteceu nas casas, então, por exemplo, você chega na primeira casa, do Mu (áries) e não tem batalha, ele te ensina os golpes básicos do jogo o que se assemelha muito ao que acontece no desenho, porque o Mu se recusa a batalhar com os cavaleiros de bronze, conserta as armaduras e deixa eles passarem para a próxima casa, a casa do Aldebaran (touro). Na casa de touro ( a primeira batalha) é a primeira vez que você (Seiya) atinge o sétimo sentido e não tem como derrotar o Aldebaran sem elevar o cosmo. A batalha acaba exatamente como no desenho, em que o Seiya quebra o chifre do capacete do Aldebaran e ele deixa os cavaleiros seguirem para a próxima casa.
O que achei mais interessante é que no modo história você joga exatamente com  cavaleiro de bronze que batalhou naquela casa. Ao sair da casa de touro e ir para a casa de gêmeos, por exemplo, você passa a controlar o Shun, cavaleiro que batalhou contra a ilusão do Saga. No modo combate você pode controlar qualquer cavaleiro, e inclusive alguns cavaleiros de ouro.
Um ponto chatinho do jogo seguir com detalhes o que acontece no desenho é que você tem que lembrar exatamente como certa batalha aconteceu, se não você vai perder suas 3 vidas e vai dar game over. Em um certo momento você tem que deixar o cavaleiro de ouro te bater, porque foi assim que aconteceu no desenho. No meio das lutas tem apresentações com o que aconteceu. Na casa de touro, por exemplo, você tem que deixar o Aldebaran te acertar um “grande chifre” (na tradução porca) porque só depois disso vai ter uma apresentação do Seiya caindo, levantando, atingindo o sétimo sentido e deixando o Aldebaran espantado. Em certas casas você tem que acabar com a vida do cavaleiro de ouro duas vezes para ganhar a batalha (você ‘vence’ uma vez, ele recupera a vida TODA e você tem que ‘vencer’ de novo). Outra coisa chata é que tem jeito certo de derrotar cada cavaleiro. O Aldebaran você tem que ativar o sétimo sentido quando ele está preparando o golpe, porque é quando ele vai desfazer a posição de defesa (os braços cruzados) e você vai poder atacar. Qualquer outra tentativa de acertar ele é quase nula.
Enfim… posso passar horas e horas escrevendo sobre o jogo, porque é mesmo incrível. Tudo é muito perfeito!
Quem aqui já jogou?!
Deixe nos comentários a sua percepção do jogo também (:

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